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Eduardo Nunes Meirelles
São Paulo (SP)
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Eduardo Nunes Meirelles
Comentário ·
há 9 anos
Os honorários de sucumbência são do advogado?
Suely Leite Viana Van Dal
·
há 9 anos
PERFEITO!!!! Isto e' vergonhoso. Corporativismo mesmo. O que esperar de uma classe que legisla em causa propria?
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Eduardo Nunes Meirelles
Comentário ·
há 9 anos
Reforma da previdência: quem são os privilegiados?
GEN Jurídico
·
há 9 anos
Sua opiniao e' corporativista. Nao tem a isençao necessaria para se considerada. Nunca vi um PRIVILEGIADO ser contra seu proprio PRIVILEGIO. Era melhor ficar calado.
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Eduardo Nunes Meirelles
Comentário ·
há 9 anos
Meu marido foi preso. Será que tenho direito a receber o auxílio-reclusão?
Canal Ciências Criminais
·
há 9 anos
Os legisladores tem se preocupado mais com os bandidos assassinos e criminosos do que com o cidadao de bem. Legislam em causa propria?
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Vanessa Dias da Silva
Comentário ·
há 5 anos
A nulidade do feito do Sítio de Atibaia
Rogério Tadeu Romano
·
há 5 anos
Essa pirueta retórica para tentar justificar o injustificável é nauseante. Felizmente sou da área da saúde, e fico imaginando a vergonha que grandes juristas e advogados corretos devem sentir ao ler um artigo desse. Um soco no estômago. Já que não existe justiça para todos, que não existia para mais ninguém e que voltemos a lei da selva onde os mais fortes sobrevivem.
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José Bernardino de Freitas
Comentário ·
há 5 anos
A nulidade do feito do Sítio de Atibaia
Rogério Tadeu Romano
·
há 5 anos
Você já escolheu seu candidato?
Vamos avaliar alguns princípios necessários antes de votar em alguém:
1- Conheça a VIDA do candidato
Provérbios 29.2 “Quando se multiplicam os justos, o povo se alegra, quando, porém, domina o perverso, o povo suspira”.
A partir do momento que uma pessoa se propõe a ter uma vida pública, tudo a seu respeito passa a ser direito de conhecimento do povo, resguardando apenas algumas questões de intimidade pessoal.
O povo precisa saber sobre:
a) VIDA PESSOAL: descubra de que família é o candidato. Se for casado ou não. Se tiver filhos e onde vivem. Se for alguém de sua cidade, por exemplo, é interessante para te representar e “homem estranho, que não seja dentre os teus irmãos, não estabelecerás sobre ti” (Deuteronômio 17.15). Mas não escolha só porque é seu conterrâneo ou tiver algum parentesco. Quando o candidato é alguém que tem vida moral correta, temos segurança de que defenderá a família. Além disso, a RELIGIÃO do candidato também deve ser conhecida, pois se não professar uma fé ou seguir uma seita que você não aprova, não é uma pessoa ideal para te representar (II Samuel 23.3,4). Mas tome cuidado com candidatos que se escondem atrás de sua religiosidade e com pessoas que se aproveitam da influência espiritual para ganhar votos, sem ter uma competência política.
b) VIDA PROFISSIONAL: procure saber o qual a profissão do candidato e se condiz com a sua carreira política. Muitas pessoas usam da fama para se lançarem candidatos. Estes são aproveitadores. A menos que já tenham uma jornada de trabalho voltada para a sociedade e apenas associem a política para dar continuidade. Se o candidato não tem profissão, não é apto para representar os trabalhadores porque “se alguém não quer trabalhar, também não coma” (II Tessalonicenses 3.10). Se a profissão do candidato não tem nada a ver com a carreira política, mas tiver um histórico de envolvimento social, talvez representando sua classe de trabalhadores, então esta pessoa já exerce vida pública condizente com sua candidatura. Caso o candidato já seja um político em exercício ou já tenha cumprido um mandato, é preciso saber como foi o seu trabalho antes de lhe dar mais uma oportunidade.
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Nelson Saraiva
Comentário ·
há 5 anos
A nulidade do feito do Sítio de Atibaia
Rogério Tadeu Romano
·
há 5 anos
Muitos, como eu, ainda acreditamos na tão falada intervenção militar constitucional. Porque, sem essa esperança, já podemos nos sentir de todo venezuelados.
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